Eu tenho dificuldade em aceitar pessoas que estão sempre vendo o lado ruim das coisas, ou pessoas que começam um projeto e largam no meio do caminho. Mas admiro pessoas que estão sempre vendo o lado bom das coisas. Atravessam tribulações e tornam mais resistentes. Eu admiro gente que é otimista, tem sempre uma palavra de encorajamento, eles são o bem mais preciso do mundo. Por isso gosto de certas frases encorajadoras como: “Nunca conheci uma noite tão escura que não permitisse a luz de brilhar. Nunca soube de uma tempestade que não fosse precedida por bonança. Não há desespero tão grande que não permita uma brecha de esperança; não há uma hora tão horrível que não possa ser compensada pelo amor” (J. Kenderick). “Todas as tentativas são arriscadas, e é verdadeiro o provérbio segundo o qual aquilo que vale a pena nunca é fácil” (Platão). Tem uma frase que diz assim: “O pessimismo não é filosofia, é estado de espírito”. O milagre do qual trata o texto acima mostra o otimismo de dois cegos. A principio eles recebe de Cristo, como resposta ao seu clamor, o silencio, mas eles perseveram e seguem Jesus clamando: “Filho de Davi tem compaixão de nós”. Jesus pergunta: “Vocês acreditam que eu posso curá-los?” e a resposta é: Sim! Nós cremos. Jesus então diz: “Faça-se-vos conforme a vossa fé” e, eles foram imediatamente curados. Jesus então os advertiu dizendo: “Não falem isso para ninguém”. Mas eles saíram e anunciaram para todo mundo o que tinha acontecido com eles. A pergunta que fica na minha mente é a seguinte: Que lições nós podemos aprender com esses dois cegos que possam somar à nossa fé? Nós veremos isso no próximo número.

FÉ NUNCA É DEMAIS Mt. 9:27-31