Em textos anteriores aprendemos 1. Que a nossa urgência não significa emergência para Deus; 2. Que Deus cuida de nós particularmente, mas não exclusivamente. Continuando: 3. Deus não entra em emergência por causa dos nossos problemas, mas também não os subestima. Jairo fez um pedido e o seu pedido foi levado a sério por Jesus. Jesus não estava apavorado, mas também não estava subestimando o problema. Quando disseram: “A menina já morreu”. Ele disse: Não! Ela apenas dorme. Então isso nos ensina que quando estivermos passando por um momento de desespero, Jesus está considerando isso. Muitas vezes temos um pedido urgente no coração e ficamos pensando, será que Deus não está considerando  minha necessidade? Confiemos no caráter de Deus, porque Ele está vendo a nossa necessidade. 4. O tamanho do milagre não é determinado por fanfarrice, mas pelo gesto simples e discreto com o qual Jesus opera maravilhas. Jesus entra na casa, segura na mão da menina e diz: “Levanta-te”. Os grandes milagres vêm tantas vezes do gesto simples de um irmão que coloca a mão sobre o ombro do outro e diz: “Deus está com você”. Quantas vezes Deus usou gestos assim para motivar pessoas desanimadas. Jesus deixa de lado toda fanfarrice e discretamente entra na casa. É interessante a simplicidade do Senhor. Ele nunca cobiçou a glória humana. Então o tamanho do milagre não vem por encenações mirabolantes, porém no gesto discreto e simples, como numa casa de porta fechada. Se você tem uma necessidade urgente, tire os olhos da megalomania e os coloque na singeleza de Jesus e com certeza você não vai sair frustrado.

A URGENCIA DO MILAGRE Mt. 9:18-26; Mc. 5:21-43 (parte 3)