Quando reconhecemos que nada somos a não ser pecadores miseráveis, isso nos leva ao quebrantamento espiritual. Quando sentimos profundo pesar pelo fato que nosso pecado colocou o Filho de Deus, o Justo, na cruz do calvário, nós choramos. Quando nos sentimos assim, estamos prontos para deixar o Espírito de Deus desenvolver a mansidão em nós. Passamos a nos encarar como realmente somos. Isso tira a nossa preocupação a respeito daquilo que os outros pensam de nós. Este espírito nos liberta das coisas materiais que parecem tão preciosas. À luz da visão correta do nosso Deus e de quem somos em relação aos outros nos prepara para aplicar a quarta bem aventurança em nossa vida: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos”. Esta bem aventurança focaliza a solução do problema do homem, que é a sua condição de pecador. Esta condição nos motiva a querer uma vida num nível mais elevado. Isso não é somente um desejo passageiro, mas é um profundo anseio do coração.

É importante entender o contexto que Jesus disse estas palavras. Muitas daquelas pessoas eram tão pobres que precisavam trabalhar em um sistema de escravidão para mal ganhar o seu sustento diário. Eles sabiam o que era ter fome. Morando num país seco e árido, sabiam o que era ter sede. Eu creio que Jesus está nos perguntando quão forte é o nosso desejo de justiça, quão grande é a nossa paixão pelas coisas de Deus?

Qual é a promessa para aqueles que têm fome e sede de justiça? É que eles serão fartos. Fartos de justiça, fartos da Graça de Deus, fartos do amor de Deus. Vale a pena ter fome e sede de justiça.

FELIZES OS QUE TÊM FOME E SEDE DE JUSTIÇA