O que o mundo precisa é de amor. Um amor que contempla a todos indistintamente. O mundo não precisa do amor que impõe condições, mas do amor que faz com que eu me interesse pelas pessoas o suficiente para confrontá-la e ajudá-la no seu erro. O amor que me faz forte o bastante para perdoar. Esse amor é realmente uma preciosidade. O amor verdadeiro nos leva sempre a estender a mão, mostrando interesse, revelando afeto e procurando diminuir distancias.

Alguém disse que o verdadeiro amor é o pulso de uma igreja sadia e madura contra quem o inimigo não encontra espaço. Ele é o cerne de todo bom relacionamento.

Quais são as qualidade do amor que Paulo apresente no texto acima? 1. O amor não é hipócrita. O verdadeiro amor nos leva sempre a dizer a verdade. Não confunda hipocrisia, bajulação com amor verdadeiro.

  1. O amor não é interesseiro. Nunca pense: “Já que eu fiz por você, faça agora por mim.” O verdadeiro amor não se presta ao papel de alavanca nem de manipulador. Ele é sempre espontâneo, sem segundas intenções. 3. O amor não é insensível. A insensibilidade é uma demonstração de egoísmo, por isso nos impede de centralizar os outros. 4. O amor é essencial. Paulo mostra isso especialmente nos versos 1-3 onde ele mostra que se eu não tiver amor nada que eu faça terá proveito algum. Então o amor não é opcional, é imperativo. 5. O amor é uma demonstração. Ele é ação, envolvimento, movimento. O amor faz, ou não faz. O amor é sempre pronto a agir. Não é apático. Não é estéril. Não é passivo e nem indiferente. 6. O amor é forte. Paulo diz: “O amor jamais acaba”. Ele é duradouro. É deste amor que nós precisamos cada vez mais na igreja. Você está pronto a praticá-lo por amor a Deus?
O VERDEADEIRO AMOR – I Co. 13