Quando nós nos confrontamos com a necessidade de perdoar alguém que nos fere devemos ter em mente seis realidades sobre o padrão divino de perdoar. Quais sãos estas realidades?

  1. Devemos ter em mente que todos nós somos devedores. Todos devemos ao Rei dos reis, todos devemos a Deus e todos devemos mais do que valemos. Nossa capacidade de dever é muito maior do que imaginamos. Somos eternos devedores: nosso pecado, nossa culpa, nossa condenação, não temos como pagar.
  2. Você e eu precisamos saber, sempre que estivermos confrontados com a necessidade de perdoar alguém, que todos nós recebemos graça. Quando nos ajoelhamos e dizemos tem piedade de mim Senhor, Ele já nos perdoou toda a dívida. A dívida está paga pela Graça de Deus.
  3. Tudo quanto o nosso próximo nos deve é infinitamente menor do que quilo que devemos a Deus. Quando alguém houver feito alguma coisa contra você. Quando alguém tiver te magoado ou te traído, saiba que a sua divida para com Deus é infinitamente maior.
  4. Não perdoar ao outro é tratá-lo como Deus não nos tratou. É jogar o outro num cárcere psicológico, existencial, moral e espiritual, quando Deus nunca nos lançou em tal situação, ainda que a nossa dívida seja maior.
  5. Todos os que recebem o perdão de Deus tem perante o próprio Deus o compromisso perpetuo de repetir o mesmo gesto com os outros tantas vezes quantas sejam necessárias. Em Mt. 18:32-33 Jesus afirma esse princípio, quando diz que o Senhor confronta o servo que não quis perdoar dizendo: “Não devias tu igualmente, como eu me compadeci de ti.” Quem recebeu o perdão de Deus tem o compromisso perpétuo de dar aos outros o mesmo perdão que Deus lhe deu. Você recebeu graça? Então retribua com graça e não com amargura.

6.Quem não perdoa coloca a si mesmo debaixo do juízo de Deus outra vez. Jesus diz: “Assim também meu Pai celeste vos fará, se no íntimo, não perdoardes cada um ao seu irão”.

O PADRÃO DIVINO PARA PERDOAR – Mt. 18:23-35