Não existem palavras mais esplêndidas na história. Duas palavras contundentes, conclusivas vitoriosas. “Está consumado!”.

Pare e escute por um momento. Deixe que estas palavras penetrem o seu coração. Imagine o grito da cruz. O céu escureceu. As outras duas vitimas gemem. As línguas zombeteiras da multidão se calaram. Talvez haja trovões. Talvez choro. Talvez silencio. Nosso Senhor Jesus Cristo respira fundo, sente a dor profunda causada pelos pregos em seus pés e em suas mãos e clama: “Está consumado!”  – O que se consumara?

O longo plano da história da redenção do homem havia terminado. A mensagem de Deus para o homem acabara. As obras feitas por Jesus como homem na terra tivera fim. O trabalho fora concluído. A canção fora cantada. O sangue derramado. O sacrifício feito. O aguilhão da morte removido. Tudo se consumara.

Um grito de derrota? Se as mãos deles não estivessem presas, ouso dizer que Um Punho triunfante se levantaria para o céu sombrio. Não, não é um grito de desespero. É um grito de conclusão. De alivio. Um grito de realização. Um brado de vitória.

Pai! Certamente uma voz rouca por causa da dor sacrificial.

A voz que chamou mortos, dando-lhes vida; A voz que ensinou os interessados; A voz que gritou por Deus, agora diz: “Pai!”

“Pai!” está consumado. Um Anjo suspira. Lagrimas rolam de faces sofridas.

“Pai!” leve-me para casa. Sim leve-o para casa. Leve este Príncipe para o seu Reino. Leve este Filho para o seu Pai. Leve este Peregrino para o seu lar. Ele merece um descanso.

Guerreiro ferido para o aconchego dos braços do Pai.

Adeus, criança da manjedoura. Bendito sejas, Embaixador Santo. Vá para casa. Vencedor da morte. Descanse bem, doce Soldado. A batalha terminou. Agora O temos para sempre na pessoa do teu Espírito Consolador            “Pai!” leve-me para casa.” Venham, dez milhares de Anjos! Venham e levem este

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Pai! Certamente uma voz rouca por causa da dor sacrificial.

A voz que chamou mortos, dando-lhes vida; A voz que ensinou os interessados; A voz que gritou por Deus, agora diz: “Pai!”

“Pai!” está consumado. Um Anjo suspira. Lagrimas rolam de faces sofridas.

“Pai!” leve-me para casa. Sim leve-o para casa. Leve este Príncipe para o seu Reino. Leve este Filho para o seu Pai. Leve este Peregrino para o seu lar. Ele merece um descanso.

Guerreiro ferido para o aconchego dos braços do Pai.

Adeus, criança da manjedoura. Bendito sejas, Embaixador Santo. Vá para casa. Vencedor da morte. Descanse bem, doce Soldado. A batalha terminou. Agora O temos para sempre na pessoa do teu Espírito Consolador            “Pai!” leve-me para casa.” Venham, dez milhares de Anjos! Venham e levem este.

ESTÁ CONSUMADO